Entre a emoção humana e o algoritmo: até que ponto a IA é ferramenta ou coautora na música?
É possível usar a inteligência artificial no processo artístico e, ainda ser, produzir um material instigante e único? É o que propomos descobrir.
Arte do futuro ou criação sem alma? Recurso inválido ou facilitador?
Não importa como você interpreta o resultado apresentado aqui.
Esteja convidado a expor o que pensa sobre o assunto.
Algo Rítmico foi o pseudônimo que Wendell Soares escolheu para dar vida às primeiras ideias do uso de IA no processo de composição musical. A iniciativa surgiu durante os módulos voltados para audiovisual na pós sobre SEO para IA. e deu início a uma profunda exploração dos recursos da tecnologia e tentativa de compreender os limites artísticos que envolve seu uso na arte.
O que isso tem a ver com SEO?
Ao explorar as possibilidades de uma IA no processo criativo, também se observa a relação entre usá-la como ferramenta de otimização e não como substituta.
Apesar de de “conversar com algoritmos” diariamente, Wendell Soares sempre encontrou na música sua principal paixão sem envolvimento profissional.
Pelo menos até agora.
E o que seria apenas um trabalho pontual da pós-graduação se transformou em canções e álbuns que ampliam o debate sobre direito autoral, criatividade humana e inteligência artificial. Se há há na música ou não, é melhor que quem a ouvir tome sua própria decisão. Afinal, nem mesmo o autor consegue identificar o quanto não há de si no resultado final.
Para extrair o melhor da IAs sem perder a essência, definiu-se 3 regras inegociáveis.
1 | A IA não reformularia os poemas nem ajudaria nos ajustes textuais.
2 | Aproveitaria-se ao máximo as ideias das demos antigas e arranjos e melodias criadas diretamente no violão. O prompt só viria depois.
3 | Seria criada uma persona de voz para manter um padrão, mas ao substituir minha voz pela dela, manteria integralmente a melodia, tom e intenção da música.
E a partir disso, deu-se a criação.
O projeto nasceu levou cerca de 40 dias para ganhar forma e, durante todo esse tempo, aconteceu com um padrão inegociável: nenhum recurso de IA atuaria como criador primário das canções. Ou seja, só se exploraria as possibilidades no uso das plataformas generativas após q criação orgânica estivesse definida.
Na prática, tudo se iniciou com poemas que Wendell Soares escreveu ao longo dos últimos 30 anos (quase a metade se transformou em letra nova já com melodia.)
Por se tratar de outra linguagem, vários poemas passaram por ajustes em métrica mas, em sua totalidade, mantiveram a intenção que havia neles.
Todo dia, uma nova IA chega ao mercado e, em cada segmento, há uma que é a queridinha dos experts. Então, para o projeto Algo Rítmico, o objetivo foi entender até onde essas IAs, permitiam a real personalização. Como crítico ferrenho da produção musical em lote e sem intenção autêntica, eu precisava testar na prática se a indústria havia criado um monstro limitador ou uma nova tela em branco.
A resposta? Possivelmente um pouco dos dois. Mas, acima de opiniões ou recusa ao uso da tecnologia, me fez avaliar que o toque humano só existe fora da superfície.
Caso contrário, é o mesmo que só usar o botão +30s do microondas.
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